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A perseguição aos cristãos do Iraque

A perseguição aos cristãos do Iraque

12

abril

A perseguição aos cristãos do Iraque Entenda como a perseguição ocorre neste país que tenta se reconstruir após anos de forte domínio do Estado Islâmico
  Na Lista Mundial da Perseguição 2019, a pontuação do Iraque diminuiu de 86, em 2018, para 79 pontos, o que fez com que mudasse da 8ª posição para a 13ª, saindo do Top 10. A pontuação quanto à pressão e violência diminuíram com a perda territorial do Estado Islâmico. Entretanto, isso não significa que está tudo bem, a ideologia do grupo não está morta e tem influenciado a população local. O número de cristãos mortos visivelmente aumentou e cristãos continuam a ser física e mentalmente prejudicados, ameaçados e assediados sexualmente. Atos de violência contra cristãos foram, em sua maioria, cometidos por militantes islâmicos, considerando que cristãos ex-muçulmanos enfrentam a maioria da violência de sua própria família. A média de pressão sobre os cristãos iraquianos continua em um nível extremo, apesar de baixar um pouco comparado ao ano anterior. Ela é registrada nesse nível em todas as esferas da vida, menos na da igreja, e provém de diferentes tipos de perseguição, entre eles a opressão. O nível de violência contra cristãos continua muito alto, mesmo também tendo leve queda. Isso ainda é demonstrado pela quantidade de ataques a igrejas, sequestros e expulsões. A perseguição na prática
No nível social, cristãs ex-muçulmanas são particularmente vulneráveis à perseguição por sua fé. A pressão vem em maior parte da família, principalmente se ela continua morando junto. Uma convertida corre riscos de enfrentar diversos abusos, entre eles prisão domiciliar, assédio e violência sexual e até mesmo a morte, caso sua fé seja revelada. Mulheres cristãs não podem se casar oficialmente com homens da mesma fé, já que elas ainda são consideradas muçulmanas e o Estado não permite casamento entre pessoas de fés diferentes. Quando são obrigadas a se casar com maridos muçulmanos, isso ocasiona diversas fugas. O Estado Islâmico é conhecido por tratar mulheres de forma inferior, principalmente se forem de minorias religiosas. Por conta disso, em algumas áreas, mulheres e meninas cristãs usam véu para sua própria segurança. Além disso, nas próprias comunidades locais, principalmente nas escolas do governo, meninas cristãs são vistas como mais fracas e sempre ridicularizadas por sua fé. Elas são sempre pressionadas para voltar para o islamismo e suas notas podem ser impactadas, se desafiarem abertamente conceitos por conta de sua fé. Para os homens cristãos, a discriminação acontece na escola e trabalho, isso se conseguirem um emprego. Eles também podem enfrentar perseguição de suas famílias, incluindo mortes violentas. Essas perdas não afetam apenas as famílias enlutadas, mas também a igreja local, que carece de potenciais líderes. Semeando para o futuro
Como a perseguição também afeta a geração de renda dos cristãos iraquianos, eles precisam de meios para se manter. Programas de microcrédito ajudam pessoas com iniciativa a desenvolver seus próprios negócios. Sua contribuição pode ser uma semente de esperança que ajudará irmãos iraquianos. Doando, você contribui com projetos que geram empregos e projetos de microcrédito que os ajudam a abrir ou desenvolver seu próprio negócio. Fonte: Portas Abertas

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