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Crianças perdem as pernas, mas não a esperança

Crianças perdem as pernas, mas não a esperança

04

novembro

Crianças perdem as pernas, mas não a esperança   Jovens sonham com o futuro após serem atingidos por explosões de granadas na República Centro-Africana Desde 2013, a Portas Abertas tem acompanhado três jovens que perderam suas pernas em um ataque a uma igreja cristã na República Centro-Africana. O futuro deles foi mudado por meio de extremistas islâmicos que atiraram três granadas durante um culto. Mas os sentimentos de raiva e desesperança não encontraram lugar no coração desses pequenos cristãos. Jeovanni foi atingido por uma das granadas e lembra bem o dia em que perdeu as duas pernas no atentado. Ele foi à igreja com a tia mesmo sem vontade e estava comendo um bolo no momento em que o dispositivo caiu aos seus pés. “[A explosão] foi tão forte que minha irmãzinha ao meu lado voou para trás da igreja. Minha tia e eu não voamos. Nós continuamos no mesmo lugar. Tinha uma fumaça grossa e as pessoas gritavam e corriam por todo lugar”, relembra. Após o incidente, ele foi socorrido pela Cruz Vermelha e levado ao hospital. Lá tiveram que esperar pelo médico, já que era um domingo e não havia especialista para fazer o atendimento imediato. Quando a mãe de Jeovanni encontrou o filho sendo atendido pelas enfermeiras, não resistiu ao choque e desmaiou. Depois da cirurgia de emergência, o garoto acordou sem as pernas e sempre que vê fotos de como era antes do incidente, fica triste. Porém, o desejo dele não é por vingança; ele espera um dia encontrar a pessoa que atirou as granadas para dizer que já a perdoou. “Eu penso que ele não sabe realmente como é terrível o que ele fez. Eu o saudaria e diria: Deus perdoa você, e eu quero perdoar você também", testemunha. Apesar de Jeovanni ser uma criança como as outras, enfrenta limitações mesmo usando pernas artificiais. Ele não pode correr e vive apoiado em uma bengala para andar bem. Com o crescimento do garoto, os membros artificiais precisarão ser trocados e, nesse momento, ele continuará contando com a generosidade de alguns médicos de uma clínica próxima a sua casa. Essas novas dificuldades não fazem o jovem cristão perder a esperança de um futuro promissor. “Eu estou muito feliz porque a Portas Abertas paga as despesas médicas e as taxas escolares, já que eu gosto muito de ler e estudar. Quando eu crescer,  quero ser médico  para ajudar outras pessoas”, planeja. Jeovanni recebeu incentivo e amor também de outros cristãos de todo mundo por meio de cartões. “Esse é o motivo porque leio frequentemente esses cartões, de novo e de novo. Eu quero agradecer todo mundo que escreveu um cartão para mim. Vocês são todos meus amigos”, comemora. (Essa história continua) Fonte: Portas Abertas

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