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Maternidade em meio à perseguição

Maternidade em meio à perseguição

13

maio

Maternidade em meio à perseguição Neste Dia das Mães, confira alguns dos desafios enfrentados por mães cristãs que moram em países perseguidos   A Bíblia nos fala em Salmos 127:3 que “os filhos são herança do Senhor, uma recompensa que ele dá”. Porém, para cristãs da Igreja Perseguida se tornar mãe pode ser um grande desafio. Maridos mortos e filhos sequestrados, torturados ou gerados por meio de um abuso são algumas das realidades dessas mulheres. Neste Dia das Mães, relembre as histórias de algumas das mães que nos marcaram nos últimos anos. Nigéria
Rebeccah Sharibu é mãe de Leah, uma jovem de 15 anos que foi sequestrada com outras 11 meninas pelo grupo extremista Boko Haram de um internato em Dapchi, na Nigéria. Um mês depois do sequestro, as meninas foram devolvidas para suas famílias, menos Leah, pelo simples fato de ser cristã. O fato ocorreu há mais de um ano e durante esse período, representantes da Portas Abertas já visitaram a família algumas vezes. Rebeccah está bem, porém preocupada com a filha, que se tornou uma “esposa” do Boko Haram. Na Nigéria, essa é uma prática comum, em que meninas e mulheres sequestradas são abusadas sexualmente e mantidas sob o poder dos militantes de grupos como o Boko Haram e pastores de cabras fulani. Esse foi o caso de Esther, de 20 anos, que foi sequestrada pelo mesmo grupo que Leah em 2014 e ficou cativa por mais de 3 anos. Durante esse período, passou por diversas experiências traumáticas. Quando conseguiu escapar, grávida de 7 meses, ficou na floresta por três dias sem água, comida ou calçados, até ser achada por forças do exército. Apesar de atualmente morar com os avós, ela foi muito desprezada pela família e comunidade local. “Eles me xingavam; mas o que mais partia meu coração é que eles se recusavam a chamar minha filha pelo nome, Rebeca, e se referiam a ela como ‘Boko’”, relembra. As pessoas ainda têm dificuldade de aceitá-las, mas após participar de um aconselhamento pós-trauma da Portas Abertas se sente bem consigo mesma e com a filha. Diante de tudo o que passou, admite que Rebeca é sua “alegria e riso em meio à tristeza”. Egito
Para Hanaa, cristã egípcia de 43 anos, a dificuldade da maternidade envolveu a morte do marido. Extremistas islâmicos atiraram nele na frente dos filhos, por ele não ter negado a fé. Ela vê o cuidado de Deus por meio das pessoas que se levantaram para estar ao seu lado após a morte do marido. “Deus tem me encorajado através das palavras deles. O Senhor é bom. Ele ficou ao meu lado, me confortou e supriu nossas necessidades”, testemunha. Síria
Já Randa, da Síria, perdeu o marido em um bombardeio em meio à guerra no país. Seu filho também foi morto por um atirador. Além disso, ela ficou desabrigada e não podia voltar para casa, porque sua vila continuava em território rebelde. Mas, Jesus lhe apareceu em sonho e ela pôde sentir o poder dele vindo até ela. “Eu sempre soube que Deus estava conosco. Quando as coisas ficavam difíceis eu tentava focar naquela verdade. Deus me confortava, fortalecia e capacitava”, ela conta. Apesar de todas as dificuldades enfrentadas por essas mulheres, a palavra de Deus continua sendo real, de que os filhos são dados por Deus, uma recompensa preparada por ele. E mesmo em meio a tantas incertezas, dificuldades e dores gerados pela perseguição, ainda assim, o Senhor prepara a provisão necessária para que essas mães continuem vivendo de forma a glorificar o nome dele. Não se esqueça de interceder por essas e tantas outras mães que vivem em países integrantes da Lista Mundial da Perseguição 2019. Fonte: Portas Abertas

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