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MILAGRES EM MEIO À PERSEGUIÇÃO NA COLÔMBIA

MILAGRES EM MEIO À PERSEGUIÇÃO NA COLÔMBIA

07

fevereiro

MILAGRES EM MEIO À PERSEGUIÇÃO NA COLÔMBIA No Brasil, pastor Pablo testemunha sobre como Deus guarda a igreja quando esta é fiel a ele   Pela terceira vez no Brasil, o pastor Pablo, da Colômbia, compartilhou com os cristãos brasileiros seu testemunho de 22 anos de ministério ao lado da esposa e dos três filhos. Ele também falou sobre a realidade da perseguição na Colômbia, o que é uma novidade para muitos. Pablo esteve no Brasil de 17 de janeiro a 6 de fevereiro e visitou 19 igrejas em São Paulo e na Baixada Santista, atingindo um público de cerca de 3,5 mil pessoas. Ele compartilhou que em sua adolescência, muitos de seus colegas se juntaram aos grupos guerrilheiros, mas Deus o guardava para seus propósitos. A primeira vez que ouviu falar de Jesus, através de um missionário, ele se converteu, aos 13 anos de idade. Aos 21 anos se casou e, juntamente com sua esposa, foi para o ministério de tempo integral. Nos três primeiros anos pregavam a palavra com liberdade, entravam na selva e caminhavam horas para pregar o evangelho até mesmo nos acampamentos dos grupos armados, e muitos se converteram. Nessa época, 14 igrejas foram abertas. Guerrilheiros se convertiam e os jovens, ao invés de irem para os grupos armados, iam para a igreja. No entanto, esse crescimento começou a incomodar os guerrilheiros, e foi aí que a perseguição começou. Livramento da morte Os grupos guerrilheiros começaram a ameaçar os pastores de morte e seis deles tiveram que ser deslocados. Até que mataram um pastor e, com isso, viram que a ameaça era real. Em função disso, os pastores tiveram que ser cautelosos, mas entraram em oração e jejum. Como não podiam pregar, só oravam, cada um em sua casa. E, então, Deus começou a trabalhar, pois as pessoas pediam para ouvir o evangelho, muitos milagres aconteciam, mais pessoas se convertiam e a igreja cresceu. Até que um dia o pastor Pablo foi chamado para conversar com o comandante da guerrilha pessoalmente. Ele teve que prometer que não ia mais evangelizar, mas disse: “Comandante, se alguém me pedir para orar ou falar de Jesus, isso jamais vou deixar de fazer”. Mesmo diante da fúria do comandante, Pablo conta das várias vezes em que o Senhor o livrou da morte, a ponto dos guerrilheiros pensarem que ele era um bruxo. Depois de muitas experiências em seus 14 anos de ministério na região da guerrilha, Pablo só saiu de lá quando o presidente do concílio de sua denominação exigiu, dizendo: “Já temos um pastor morto e não queremos outro. Deus precisa de você vivo e não morto”. E, é por isso, que tantos irmãos no Brasil, mais uma vez, tiveram a oportunidade de serem edificados com esses testemunhos tão fortes do poder de Deus, que opera milagres em favor de seus filhos quando esses são fiéis a ele. Fonte: Portas Abertas

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