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PERSEVERANÇA NA PERSEGUIÇÃO

PERSEVERANÇA NA PERSEGUIÇÃO

11

março

PERSEVERANÇA NA PERSEGUIÇÃO Conheça a história de uma cristã perseguida de Bangladesh que usa seus talentos para abençoar e servir a comunidade   Mansuri nasceu em uma família muçulmana de Bangladesh, mas se converteu em 1996. Ela fugiu de casa para se casar com um cristão ex-muçulmano, Rahim. Através do testemunho de Rahim, toda sua família se converteu a Cristo. Quando eles se mudaram para outra região, ela se reunia com cerca de outros 20 cristãos para orar, compartilhar a ceia e aprender a palavra de Deus juntos. Mansuri chegou a batizar sete mulheres, principalmente ex-muçulmanas, pois na cultura local seria inapropriado para um homem tocar uma mulher. Após batizá-las, ela continuou discipulando essas mulheres. A perseguição atingiu a família em seu lado mais sensível: os filhos. Eles eram insultados e zombados pelos alunos e professores da escola. Isso deixava Mansuri muito chateada e ela decidiu se posicionar por seus direitos. Ela foi conversar com o professor e diretor da escola e disse para eles: “Religião é uma questão pessoal. Temos o direito de escolher. Por que meus filhos são tratados assim?”, questionou. Em outro episódio, a pressão partiu dos próprios familiares, que um dia se reuniram para tentar forçá-los a negar a fé e voltar ao islamismo. Mas eles se recusaram veementemente. Como vingança, a família construiu um banheiro na frente da casa deles. O problema é que em Bangladesh, situações como essa são consideradas regra, pois os muçulmanos têm o direito de menosprezar e maltratar a minoria cristã. Multiplicando o que aprendeu Por causa da perseguição, a família decidiu mudar-se para a capital, Daca, onde seu marido começou a fazer um seminário de três meses. Ela também queria estudar a Bíblia mais profundamente, mas eles não tinham condições financeiras para isso. Mas foi aí que ela conheceu o curso de discipulado da Portas Abertas, onde poderia estudar de graça. Assim ela fez e depois de um ano de estudos se formou. Imediatamente, Mansuri começou a multiplicar o que havia aprendido. Ela começou um grupo de discipulado com algumas famílias uma vez por semana. No total, havia dez mulheres participando do grupo, inclusive sua filha. Mansuri também começou a visitar famílias de uma comunidade carente perto de sua casa. Ela levou seis crianças para casa, onde lhes dava um lanche e ensinava inglês, matemática etc. Não se dando por contente, há cerca de um ano ela decidiu abrir uma classe dentro da comunidade, onde ensina 18 crianças. Ela encoraja as mulheres que discipula a se envolverem em projetos sociais. Uma vez por semana elas fazem uma vigília de oração e têm visto milagres acontecerem na vida daqueles por quem oram. Revista Portas Abertas
Na revista Portas Abertas deste mês, você vai conhecer o testemunho de outras mulheres que também têm sido agentes de transformação em sua comunidade. Apesar da perseguição que enfrentam, elas são expressão do amor de Deus. Ao receber a revista mensalmente, você fica a par de informações, histórias e pedidos de oração da Igreja Perseguida. Assine a revista e conecte-se com essa causa. Invista na alfabetização
Em muitos países do Sudeste Asiático, os cristãos são excluídos e não têm acesso à educação. Por isso, iniciativas como a de Mansuri são tão impactantes. Com uma doação, você também pode causar um impacto positivo, ajudando cristãos perseguidos a serem alfabetizados. Fonte: Portas Abertas.

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